The Suicide of Venezuela
agora, sobre as atribulações de um independente de esquerda nestes tempos da III República ...
30 de abril de 2016
A Venezuela como exemplo do que pode ser um suicídio nacional
The Suicide of Venezuela
2 de fevereiro de 2010
Ainda sobre Cuba
27 de janeiro de 2010
História de dois países diferentes, na mesma ilha: República Dominicana e Haiti
19 de janeiro de 2010
Algumas referências sobre educação
- O eduquês, os seus críticos e a sociologia da educação: como explicar e ultrapassar a “barreira de fogo” Hugo Mendes CESNOVA, FCSH-UNL Resumo Durante a década de 90 do seculo XX, num momento-chave do processo de universalização do ensino básico e de massificação do ensino secundário, ganhou visibilidade pública uma ideia crítica da organização, práticas e discursos do sistema educativo português: o “eduquês”. Colocado em circulação por vários actores dos meios académicos e intelectuais próximos do campo mediático, rapidamente se transformou na qualificação favorita de um conjunto de representantes de uma posição político-ideológica conservadora sobre a escola democrática. Quase hegemónico na avaliação publico-mediática que é feita do ensino não-superior em Portugal, o “eduquês” tem passado ao lado da reflexão crítica das ciências sociais, e em particular da sociologia da educação. Esta comunicação pretende reflectir sobre este fosso entre o discurso científico-social e o discurso mediático (ainda que produzido por alguns cientistas sociais) sobre a escola, fazendo uso da análise de alguns textos centrais na difusão do discurso e de conteúdos mediáticos dos últimos anos. O “eduquês” será analisado na dupla dimensão do discurso: a ideológica e a cognitiva. O “eduquês” existe efectivamente nas práticas e discursos dos actores e tem impacto na organização das instituições educativas? Ou trata-se de uma ficção construída pela projecção de preconceitos ideológicos conservadores em relação à escola democrática? E na medida em que a ideia tem alguma validade cognitiva, o que o caracteriza para além do impressionismo da sua caracterização mediática, e quais são as suas consequências efectivas para a qualidade do ensino e da aprendizagem? Estas são algumas das questões a que a sociologia da educação devia começar a dar resposta, na tentativa de qualificar o debate público-mediático sobre educação em Portugal, hoje quase monopolizado pelo discurso do “eduquês”.
- Latin America scores lousy on international standardized tests: is that part of why it grows slowly?
- The science of science education - latimes.com: "Treisman wanted to understand why, over a 10-year period, there was not a single year in which more than two black or Latino students at Berkeley received grades of B-minus or better in first-term calculus. He set up a study to follow 20 African American and 20 Chinese American students with comparable socioeconomic backgrounds. His findings defied the stereotypes. Treisman demonstrated that several widely held assumptions -- that black students were less motivated or less prepared or had less family support -- could not explain their lower grades. His conclusion was that 'the black students typically worked alone' while 'the Chinese students learned from each other.' Using this insight, he constructed 'an anti-remedial program,' open to all but populated primarily by minority students, which emphasized 'group learning and a community life.' The results were dramatic, with participants in the program not only outperforming their minority peers but their white and Asian American classmates as well."
- The Irish Economy » Blog Archive » The Returns to a College Education: "Click here for an entertaining analysis of the returns to a college education in the United States (double click the graphic to enlarge it)."
16 de janeiro de 2010
Haiti
21 de novembro de 2009
Chavez quer ressuscitar a Contabilidade Nacional tal como era praticada, e teorizada, nos países socialistas [como era mesmo denominada?], ou trata-se de mais um episódio da incomodidade dos políticos (de alguns) com o PIB: "mata-se o mensageiro que traz as más notícias"
14 de outubro de 2009
8 de outubro de 2009
História económica: inovação na China e educação na Argentina
7 de outubro de 2009
História económica e as plantas e os frutos
"In the following section, we begin by examining the most devastating and unfortunate impacts of the Columbian Exchange, which arose from the exchange of disease between the Old and New Worlds. In section 3, we examine the effects of the exchange that resulted from the transfer of foods between the New and Old Worlds. In section 4, we turn to the indirect consequences of the Exchange on Africa and Asia. Section 5 concludes."
15 de agosto de 2009
Logo, da importância das reformas na educação ...
Então, por que motivo a indignação contra essa ineficácia não explodiu antes das avaliações, dos estatutos, e de tudo o resto? Aonde a defesa da educação, e da apresentação das correctas e eficazes soluções para os problemas da educação em Portugal, já que o Ministério, nunca, em nenhuma altura, neste e nos outros Governos, de acordo com os sindicatos e a aquisescência da classe, as teve, as soube formular, as soube implementar? Ou a questão da educação só diz respeito ao Ministério?
(a eficácia da educação depende de outros parâmetros - como a família dos alunos - que a escola não consegue controlar - e, eu, até defendo, que nessa vertente a política deveria fazer algo - mas, até que ponto isso funciona como desculpa para que aquilo que está ao alcance da escola fazer, não seja tentado maximizar, nuns casos, e minimizar noutros? A pergunta é retórica).
Ler "Poor student learning explains the Latin American growth puzzle" Vox Research-based policy analysis and commentary from leading economists "Latin Americans are relatively educated, so why has their economic growth lagged over the past four decades? This column attributes the disappointing performance to the difference between educational quantity and quality. Schooling is relevant for economic growth only insofar as it actually improves cognitive skills, and Latin American economies have lagged in terms of educational quality".
PS: Mas, por amor de Deus, até existem histórias de sucesso - o processo demonstrou a sua existência (para recordar, ver aqui)!
25 de maio de 2009
Às vezes, convenhamos, até não é necessário um Pacto
15 de janeiro de 2009
Coisas tristes (II)
Duas referências feitas pela Causa Nossa:
- A Aba da Causa
"A revolução exangue" Vital Moreira
19 de fevereiro de 2008
Fidel de Castro
No Coment is free (Guardian) duas opiniões sobre a saída de Fidel de Castro:
Uma, de John Harris, A question of resignation, termina deste modo exemplar (o bold é meu): "For now, let's keep back the swashbuckling rhetoric and reminiscences of camps in the Sierra Maestra for the obituaries, and try a simple enough thought. If Castro's exit marks one more step towards Cuba fusing its estimable public-service ethos with a much more free and open society, so much the better."
A outra, é de Denis MacShane, Getting closer to Cuba, discute as possibilidades, que o estreitar das relações de Cuba com a Europa poderia trazer. O artigo começa com: "Can Castro's departure open the way to a new settlement not just in Cuba, but for the region? Caught between the two old guards of virulent anti-communism from the Castro haters of the American right and the tired anti-Yankee rhetoric of the Latin American left and their epigones in Europe, what chances are there for the Cuban people themselves to move towards a future that guards the benefits they enjoy on the social level but allows them to live of the sad dictatorship that imprisons poets, journalists and anyone who speaks his or her mind?"
PS(08.02.20) Brad DeLong diz: Good Riddance to Fidel de Castro, e cita Rosa Luxemburgo sobre a Revolução Russa. Vale a pena ler.
PS(08.02.21) Brad DeLong de novo, aqui, a qualificar os êxitos da Cuba de Fidel Castro.