27 de março de 2016

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NGC 6357: Cathedral to Massive Stars
Image Credit: NASA, ESA and Jesús Maíz Apellániz (IAA, Spain); Acknowledgement: Davide De Martin (ESA/Hubble

Explanation: How massive can a normal star be? Estimates made from distance, brightness and standard solar models had given one star in the open cluster Pismis 24 over 200 times the mass of our Sun, making it one of the most massive stars known. This star is the brightest object located just above the gas front in the featured image. Close inspection of images taken with the Hubble Space Telescope, however, have shown that Pismis 24-1 derives its brilliant luminosity not from a single star but from three at least. Component stars would still remain near 100 solar masses, making them among the more massive stars currently on record. Toward the bottom of the image, stars are still forming in the associated emission nebula NGC 6357. Appearing perhaps like a Gothic cathedral, energetic stars near the center appear to be breaking out and illuminating a spectacular cocoon.

Astronomy Picture of the Day, 2016 March 27

25 de março de 2016

E ainda mais sobre as eleições norte-americanas

 De Krugman, citado no Economist View:
"Stripped down to its essence, the G.O.P. elite view is that working-class America faces a crisis, not of opportunity, but of values. ... And this crisis of values, they suggest, has been aided and abetted by social programs that make life too easy on slackers.
The problems with this diagnosis should be obvious. Tens of millions of people don’t suffer a collapse in values for no reason. Remember, several decades ago the sociologist William Julius Wilson argued that the social ills of America’s black community ... were the result of disappearing economic opportunity. If he was right, you would have expected declining opportunity to have the same effect on whites, and sure enough, that’s exactly what we’re seeing.
Meanwhile,... every other advanced country has a more generous social safety net than we do, yet the rise in mortality among middle-aged whites in America is unique: Everywhere else, it is continuing its historic decline."

Economist's View: Paul Krugman: Republican Elite’s Reign of Disdain

Três contributos para perceber o fenómeno Trump, via Brad DeLong. Um requisito básico para perceber os EUA é o de assumirmos, à partida, a consciência da complexidade da tarefa, e da impossibilidade de alcançarmos um nível suficiente de maestria do assunto, pelo menos no curto prazo, e na ausência de muito trabalho - muita boa gente lucraria imenso (lucraria a sua perceção do mundo em que vive) se percebesse isso.

21 de março de 2016

Qual é a normalidade do excecionalismo norte-americano?

O que vem abaixo é a crítica feita no Democracy Journal: There’s No Going Back : Democracy Journal, a um livro que aborda o The New Deal e as possibilidades dele ser recuperado nesta conjuntura política norte-americana: The Great Exception: The New Deal and the Limits of American Politics by Jefferson Cowie • Princeton University Press • 2016 • 273 pages • $27.95.

Não estava a pensar nisso, mas gostava de uma confirmação da tese defendida pelo articulista

Confesso não gostar da influência espanhola na banca quando se configura como excessiva e como desejada pelas autoridades europeias. Porquê? Porque me sinto satisfeito com 1640, e com tudo o resto, e acho descabida a intromissão do exterior nesta área. Dito isto, e do outro lado, gosto muito de Espanha, da cultura espanhola, e de tudo o resto, e nada tenho contra o capital espanhol, ou qualquer outro, se cumprir minimamente com o que tem de cumprir. Ora, acontece, de acordo com o articulista, que a banca espanhola em Portugal cumpriu minimamente, coisa que a banca portuguesa não cumpriu, e por isso estamos, todos nós, a pagar caro. O articulista sugere que a opção pelo capital angolano, poderá ser uma opção, efetivamente mais nacionalista no sentido da reprodução da prática que descreve. Se for assim, eu teria de escolher a menos má solução: a espanhola. Enfim, vou manter, à cautela, uma posição agnóstica por enquanto, quanto a este assunto: gostaria de ter mais e melhor informação sobres os méritos relativos da banca espanhola em Portugal - não nos podemos esquecer que a banca espanhola em Espanha passou por percalços sérios. Em todo o caso o artigo merece séria consideração.

Não tenho vocação para Padeira de Aljubarrota

18 de março de 2016

Ainda sobre Trump ...

"... But until the actual convention, it’s just talk. For all the attention being paid them, polls purporting to show how Hillary Clinton (or even Sanders) would do against various possible Republican nominees are meaningless at this point in the campaign. (After the two parties’ conventions in 1988 Michael Dukakis was running eighteen points ahead of George H. W. Bush.) And no one should be under the illusion that the nomination could be denied Trump without causing a civil war within the Republican party. Trump commented on Wednesday of this week that if the nomination is taken from him, “You’d have riots.” If he’s the nominee there remains that possibility of a third party formed, among other things to give Republican politicians a place to go until the storm blows over. But whatever ultimately becomes of their candidacies, Donald Trump and Bernie Sanders are atop movements that won’t go away. And whoever ends up in the Oval Office will have a devil of a time trying to govern."

2016: What We Now Know

17 de março de 2016

Oh, Santo Deus! Martine Le Pen, ofendida por ser comparada a Trump, e não é que a senhora tem razão.

Vale a pena ler o artigo donde retirei este excerto:

" Oh wait, Trump is even too fascist for Marine Le Pen:
Marine Le Pen, for example, has become a poster child for the modern European far right after leading the French National Front to unprecedented success over the past few years. Many see her as the most obvious European counterpart for Trump. And yet, despite their perceived kinship, Le Pen has personally criticized Trump’s proposal to ban almost all Muslims from entering the United States. “Seriously, have you ever heard me say something like that?” Le Pen said during one television interview, according to the New York Times. “I defend all the French people in France, regardless of their origin, regardless of their religion.”
So to all you people who said, “How dare you compare Trump to the National Front.”  I apologize—he’s worse."

TheMoneyIllusion » The GOP made a pact with the devil, and now may pay the price

16 de março de 2016

E Trump?

A coisa está muito mais complicada do que me parecia à primeira vista - a mim, e a muitos outros: o meme de Trump ser o candidato ideal de direita,  para a esquerda, poderá não ter a tração definitiva que parecia ter (aliás, até agora validado pelas sondagens) - nas eleições primárias (há notícia disso) eleitores democráticos votam, estrategicamente, em Trump, na base desse raciocínio. Por outro lado, tenho uma réstia de dúvida se não há quem, da esquerda, que considere com bons olhos a possibilidade de Trump presidente como o enquadramento mais propício a uma radicalização à esquerda, a caminho da tal revolução política. Mas as dúvidas andam por aí.

Hoje, ouvi na CNN, Matt Taibbi lembrar a existência de sondagens em alguns estados dos EUA a propósito do vedar a entrada nos EUA a muçulmanos,  com taxas de concordância à volta dos 60%; a lembrar que Hillary Clinton poderá ser vulnerável a alguma da argumentação de Trump, a qual tem algumas convergências de tema com os cavalos de batalha de Bernie Sanders: repúdio dos acordos internacionais do comércio, deslocalização, falta de firmeza com os interesses das grandes empresa, Wall Street, etc.. 

Os candidatos democratas, qualquer deles, a solo com Trump, terão de se defender de um candidato perigoso, na altura mais ao centro, com um argumentação menos primária, mas mantendo uma base populista com forte apelo em todo o eleitorado.

Que tudo aponta para se ter em Novembro um Presidente democrata, mulher, sim, mas ...

O que é que a esquerda norte-americana, à esquerda do Partido Democrático, diz neste momento? Para já fala de revolução política.

O que alguns - da extrema-esquerda norte-americana - pensam sobre o atual momento político norte-americano é dado de modo cristalino no vídeo abaixo. Fala-se de revolução política e aposta-se que o exército dessa revolução está nos milhões de jovens mobilizados pela campanha de Bernie Sanders, e ainda mais, que essa mobilização permanecerá para além duma vitória presidencial de Hillary Clinton. Tenho as minhas sérias dúvidas - se assim sucedesse, seria uma primeira vez que tal se verificaria nos EUA. As revoadas de contestação política, muitas vezes bastante radicais, têm sido frequentes na história americana: o sistema tem sido, sempre, capaz de as canalizar, de interiorizar algumas das reivindicações, e de seguir em frente - as razões de queixa destes jovens norte-americanos, pelo menos algumas delas, são bastante precisas e delimitadas, caso das dívidas em que incorrem para frequentar a universidade, e seriam facilmente acomodadas. Existe, realmente, uma especificidade norte-americana no modo como o enraizamento duma alternativa "socialista" à escala do país nunca ocorreu - existem bibliotecas escritas sobre o tema (em Portugal, por exemplo, está traduzido "Por que não houve socialismo na América?" de Seymour Martin Lipset e Gary Marks, que é, até onde posso ver, bem articulado e informado).

Em todo o caso, dando de barato a correção do inventário feito por Bernie Sanders (e pela Hillary Clinton, num tom mais suave) das disfunções políticas e económicas da democracia (plutocracia) americana, não acompanho o primeiro quanto às soluções apontadas, à sua factibilidade, à sua adequação, e às suas consequências. Alguns defendem que há uma boa maneira de resolver as coisas à norte.americana. É a tese de Stephen S. Cohen e de Bradford DeLong, em Concrete Economics: The Hamilton Approach to Economic Growth and Policy (ver aqui). Pessoalmente, a coisa que não queria ver agora era uma revolução nos EUA. Fico-me bem pela senhora, que sabe da poda e conhece bem o sistema (e é preciso conhecer bem o sistema para se conseguir alguma coisa feita nos EUA, e há tanta coisa que todos nós necessitamos que sejam feitas daquele lado).

Sanders and His Supporters Should Now Call for a Real Political Revolution
 

11 de março de 2016

Boas questões, mas quanto às respostas, vamos esperar sentados

"Mas na última década e meia as coisas não têm corrido bem. Portugal não cresce, e isso quer dizer que, em termos relativos, está a perder terreno em relação a grande parte do mundo, que se encontra, geralmente, num processo de crescimento. Não podemos sair desta situação sem um debate sério sobre algumas questões importantes: a) quais foram as causas do sucesso português entre 1950 e 2000, b) quais são as causas da paragem da economia desde então, e finalmente c) o que podemos fazer para mudar a situação no sentido de a melhorar. ..."

Qual deveria ser o debate?

10 de março de 2016

Mars Reconnaissance Orbiter: 10 anos à volta de Marte

A notícia é má, mas nada que prima pelo inesperado

"The world is on track to reach dangerous levels of global warming much sooner than expected, according to new Australian research that highlights the alarming implications of rising energy demand.

University of Queensland and Griffith University researchers have developed a “global energy tracker” which predicts average world temperatures could climb 1.5C above pre-industrial levels by 2020."

Dangerous global warming will happen sooner than thought – study

9 de março de 2016

A discussão sobre as razões do sucesso de Trump, ainda estão no adro

Em questões do foro sociológico não  aceito explicações mono-causais por muito significativas as possa considerar, e aquilo que é discutido neste artigo sobre o perfil psicológico dos denominados autoritários e o impacto que isso tem na política norte-americana, máxime no ascenso de Trump, é coberto por essa consideração. Agora, que há qualquer coisa nesta história, isso há.

The rise of American authoritarianism

Mesmo no gume, sozinha, muito lá para fora...

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Edge-On Galaxy NGC 5866 
 Image Credit: NASA, ESA, Hubble Legacy Archive; Processed & Copyright: Hunter Wilson
 
Explanation: Why is this galaxy so thin? Many disk galaxies are actually just as thin as NGC 5866, pictured above, but are not seen edge-on from our vantage point. One galaxy that is situated edge-on is our own Milky Way Galaxy. Classified as a lenticular galaxy, NGC 5866 has numerous and complex dust lanes appearing dark and red, while many of the bright stars in the disk give it a more blue underlying hue. The blue disk of young stars can be seen extending past the dust in the extremely thin galactic plane, while the bulge in the disk center appears tinged more orange from the older and redder stars that likely exist there. Although similar in mass to our Milky Way Galaxy, light takes about 60,000 years to cross NGC 5866, about 30 percent less than light takes to cross our own Galaxy. In general, many disk galaxies are very thin because the gas that formed them collided with itself as it rotated about the gravitational center. Galaxy NGC 5866 lies about 50 million light years distant toward the constellation of the Dragon (Draco).

7 de março de 2016

As notícias que nos trazem deste universo são cada vez mais estranhas

Death by gamma-ray bursts may place first lower bound on the cosmological constant

O sucesso de Trump - as razões invocadas são incomuns, bem informadas e fazem todo o sentido.

The Secret Of Donald Trump's Success

"Este é um problema de sobrevivência, não um problema da agricultura"

Comment of the Day: Graydon:

"Care to specify one of those problems?... ...They were hard in 1980. So far as I know, they're all solved, and usually solved multiple ways. (Eg., ammonia synthesis and flow batteries for storing renewable energy.)

Also, we cannot keep burning coal and natural gas. We're already somewhere around 50/50 on breaking agriculture. Break agriculture and that's it. Earth reverts to conditions where the maximum human population is around 500 million and probably not that. (Pre-industrial peak was about a billion. We've damaged a lot of soil.)

This is a survival problem, not an agricultural problem.

Coisas que aparecem e desaparecem nos mares de Titã

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Mystery Feature Now Disappears in Titan Lake
Image Credit: Cassini Radar Mapper, Cornell, JPL, ESA, NASA
 
Explanation: What is that changing object in a cold hydrocarbon sea of Titan? Radar images from the robotic Cassini spacecraft orbiting Saturn have been recording the surface of the cloud-engulfed moon Titan for years. When imaging the flat -- and hence radar dark -- surface of the methane and ethane lake called Ligeia Mare, an object appeared in 2013 July just was not there in 2007. Subsequent observations in 2014 August found the object remained -- but had changed. In an image released last week, the mystery object seems to have disappeared in 2015 January. The featured false-color image shows how the 20-km long object has come, changed, and gone. Current origin speculative explanations include waves, bubbling foam and floating solids, but still no one is sure. Future observations, in particular Cassini's final close flyby of Titan in 2017 April, may either resolve the enigma or open up more speculation.

5 de março de 2016

Este é o melhor argumento que vi desenvolvido em favor da Uber: vejam o vídeo.

Só tive uma vez a oportunidade de usar a Uber e gostei da experiência. Tive ao longo da vida experiências muito desagradáveis com taxistas, nomeadamente, nas Chegadas do Aeroporto de Lisboa (tenho casa em Moscavide), e isso é algo a contar para a minha apreciação dos méritos relativos da questão. Este vídeo, no entanto, poderá mesmo ser o melhor e o final argumento para a minha aceitação da bondade da solução. 

No entretanto, chamo a atenção para o exemplo dado de como a regulamentação (a má regulamentação) dum pré-Uber, por volta de 1915, deu cabo de algo de algo prometedor, e como isso foi o resultado, tomem nota (é mais um exemplo de algo muito importante, mas negligenciado pela esquerda), de uma coligação de interesses, como a indústria de trolleys, os construtores de carros (e, potencialmente, dos produtores de gasolina).

A finalizar: apesar de tudo gostaria de alguma imposição fiscal e de alguma regulamentação adequada e não castradora.

Uber's plan to get more people into fewer cars

4 de março de 2016

Eu estou de acordo com estas preocupações - eu explico-me

  1.  O texto de Rui Ramos, Em conversa com Vasco Pulido Valente, trata de uma questão decisiva para a democracia portuguesa: o do Estado que temos - adiantaria: versus o Estado de que necessitamos. Em minha opinião, o Estado de que necessitamos não é, definitivamente, o Estado que temos. O Estado que temos, o Estado clientelar, não é - por isso mesmo: por ser clientelar - forte, eficaz e eficiente.  Tem razão Medina Carreira quando diz que não temos economia para termos o Estado que temos, mas necessitamos de um Estado forte, eficaz e eficiente para termos uma economia de jeito, uma que nos prepare para os choques que o futuro vem aí a trazer. É interessante que neste momento a esquerda (a democrática) não se preocupe com o assunto: só comentadores do centro direita tocam no assunto, e a conclusão que retiram, mais que não seja por omissão, vai no sentido neo-liberal de menos Estado ser a solução quando, a meu ver, só em desespero de causa, "and for the sake of argument", poderia alvitrar-se que isso seria o mal menor face à impossibilidade de termos o Estado de que necessitamos. O conceito de Estado clientelar poderá não ser o suficiente para abarcar a situação do Estado que temos, mas o aprofundamento da discussão passa por aí como passa pela leitura do livros de Acemoglu e Robinsom, Porque as Nações falham? e o de Fukuyama, As Origens da Ordem Política (já os leram? Tenho vindo a sugeri-lo, a tutti quanti, sem grande sucesso. Rui Ramos e outros leram-os, sem dúvida).
  2.  Respeitei a Maria Luís Albuquerque como Ministra das Finanças. Quanto à sua decisão de combinar o desempenho de deputada com a de Administradora da empresa noticiada, repito, num juízo mínimo, o que disse Manuela Ferreira Leite: que devia ter tido mais bom senso. O texto de Paulo Ferreira,Maria Luís, a pretexto disso, levanta questões importantes.

3 de março de 2016

2 de março de 2016

O perigo de não ver os "trade-offs" - já tinham pensado nisto?

 Matéria para refletir:


"It’s that once you’ve persuaded yourself of the merits of an argument, three cognitive biases kick in to play down trade-offs:

 - Asymmetric Bayesianism. We tend to be more sceptical about arguments from the opposing side than from our own, with the result that a balanced presentation of the evidence increases our dogmatism.

 - Wishful thinking. For example, those who value national self-determination want to believe that Brexit will also make us better off – and wishes often beget beliefs.

 - The halo effect. We tend to believe that good things go together, even though they needn't. For example, attractive defendants are more likely to be acquitted than ugly ones.  David Leiser and Ronen Aroch have shown (pdf) that this characterizes lay people’s thinking about economics. They show that non-economists apply a “good begets good heuristic”: they tend to believe that good things lead to other good things.  

Berlin went on to write that those who deny trade-offs rest on “comfortable beds of dogma”. He should have added that such beds are easy to make."

Stumbling and Mumbling: Not seeing trade-offs

Este assunto já me cansou há muito, mas continua "vivinho da silva"

Esta história é sintomática de mais de uma coisa - leiam, e cheguem às vossas conclusões. Começa assim:

"Climate models, and the predictions they make, are based on physics. We know how much more energy is trapped on Earth when we increase the greenhouse effect, and we have a good idea how much this trapped heat will warm the planet. We’ve understood these physical scientific concepts for over 150 years.

When climate contrarians make their own predictions, they tend to throw physics out the window. For example, as documented in my book and a paper I recently published with Rasmus Benestad and colleagues, contrarians have made climate predictions based on things like the orbital cycles of Jupiter and Saturnocean cycles and sunspots, and “natural fluctuations,” but they often completely disregard the basic, long-understood physics of the increasing greenhouse effect.

And so we have the latest such unphysical climate prediction, made in a report by Loughborough University statistics professor Terence Mills, on behalf of the anti-climate policy advocacy group, the Global Warming Policy Foundation (GWPF). The report essentially fits a statistical model to past global and local surface temperature changes, and then uses that statistical model to forecast future temperature changes. It’s an approach that’s been used to predict financial market changes, for example. ...."


GWPF throws out centuries of physics, climate scientists laugh, conservative media fawns

Pedagogia sobre consolidação orçamental versus desigualdade e pobreza

Uma boa lição de economia sobre os cruzamentos entre desigualdade, pobreza e consolidação orçamental - começa assim: 

" Continuando a série:

No post inicial da série escrevi que as medidas de consolidação orçamental tomadas durante o período da Troika foram “altamente progressivas”, uma afirmação que parece ter gerado estranheza. Suponho que seja porque não bate certo com a percepção subjectiva que a maioria das pessoas tem daquilo que aconteceu nos últimos anos: uma crise económica profunda, com impacto sobretudo junto das classes mais baixas.

As duas ideias, porém, não são necessariamente contraditórias. É isso que este post tenta mostrar..."

A regressividade do Orçamento (IV) – As classes mais pobres não sentiram a crise? E qual foi o papel da austeridade?

1 de março de 2016

John Oliver disseca Donal Trump, e tem muita razão na necessidade de se deixar de achar piada ao senhor


Vejam lá comigo este cenário: Trump não contra Hillary, mas contra Bernie, o socialista. Como votaria a América? Sabem? Eu não sei.

Vejam o vídeo aqui.

Se isto é verdade, a demissão de António Lamas é mesmo má


Quero, posso e mando. Chamo-me Soares. João Soares

Uma galáxia colide com uma mais pequena, há cerca de 100 milhões de anos ...

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NGC 3310: A Starburst Spiral Galaxy 
Explanation: The party is still going on in spiral galaxy NGC 3310. Roughly 100 million years ago, NGC 3310 likely collided with a smaller galaxy causing the large spiral galaxy to light up with a tremendous burst of star formation. The changing gravity during the collision created density waves that compressed existing clouds of gas and triggered the star-forming party. The featured image from the Gemini North Telescope shows the galaxy in great detail, color-coded so that pink highlights gas while white and blue highlight stars. Some of the star clusters in the galaxy are quite young, indicating that starburst galaxies may remain in star-burst mode for quite some time. NGC 3310 spans about 50,000 light years, lies about 50 million light years away, and is visible with a small telescope towards the constellation of Ursa Major.